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Não sei quem veio com aquela história de que a mulher é sexo frágil, particularmente, nunca vi alguém tão errado neste planeta, ou melhor, em toda galáxia. Provavelmente foi algum homem sem muito juízo, afinal de contas, jamais uma mulher se chamaria de sexo frágil.

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E sabe por quê? Vejam só: quando um homem sofre algum acidente com uma faca na cozinha (aqueles cortinhos leves no dedo, sabe?), parece que vai morrer de dor e, mesmo colocando um band-aid, provavelmente ainda ouvirá alguns gemidos abafados devido a masculinidade.

Os homens sempre tiveram em seus genes, aquela predisposição para sustentar a família. Ele é o provedor, o cara que sustenta tudo e por isso, nada mais bacana que ficar sentando o final de semana inteiro assistindo jogos de futebol com as crianças correndo de um lado para outro na sala.

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E quando você chama atenção ou aconselha a fazer alguma coisa só para dar uma secada no encosto do sofá que já está suado, eles sempre rezam a mesma ladainha: trabalhei a semana inteira, não posso ter um momento de tranquilidade? Claro que podem, infelizmente, geralmente, só os homens podem.

Muitos anos atrás, as garotas viviam apenas para cuidar de suas famílias, incluindo seus maridos, mas hoje em dia as coisas mudaram e as mulheres passaram a assumir diversas responsabilidades, isso mesmo, como se não bastasse tudo que tinha que fazer, arrumaram um pouquinho mais de dor de cabeça.

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Por exemplo, elas passaram a sair para trabalharem e ajudarem nas despesas do lar ou conquistar sua própria dependência, afinal de contas, hoje em dia não curtimos depender de ninguém. As garotas passaram a assumir ótimos cargos e até conquistarem um salário bacana, porém, sem relaxar de suas atribuições naturais.

Ou seja, a mulher buscou sua independência, mas a sociedade não conseguiu sua independência pelo importante papel da mulher, concluindo, ela continua assumindo todas as responsabilidades do lar e mais algumas de sua vida profissional. E tudo isso, com um descanso mínimo. Isso é justo? Não, não é justo, no entanto, somente a força de uma garota para conseguir superar todos os desafios, talvez seja por essa razão que nasceu o termo: girl power.

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Qual o significado do nome girl power?

Traduzindo ao pé da letra seria algo como: poder ou força garota, como nossa língua precisa de algumas adaptações e não existe nenhum “of” no meio do termo, podemos assumir o significado “garota de poder”.

E não é apenas um termo, mas sim um novo posicionamento feminino diante do mundo e isso não é de agora, mas sim da década de 90. Algumas pessoas defendem que foi o grupo “Spice Girls” que começou com esse movimento, no entanto, outras artistas femininas teriam dado os primeiros passos, como por exemplo: Madonna, entre outras garotas que tocavam punk rock, entre outros estilos feitos para meninos.

Muitas garotas acham que esse termo é apenas um nova moda que vem crescendo a cada ano, quando, na verdade, não deve ser visto como algo tão passageiro assim. Girl Power é um movimento, um resultado de muita luta e busca por empoderamento feminino, algo que começou devagar e foi crescendo conforme os anos e que não deve ser simplesmente esquecido ou deixado de lado, afinal de contas, a força feminina também faz o mundo girar e sua presença torna o mundo mais bonito também.

Quais atitudes de uma Girl Power?

Durante muitos anos as mulheres foram forçadas a acatar os desejos masculinos, mas isso foi mudando conforme o mundo foi evoluindo, hoje em dia, garotas girl power sabem muito bem que o direito devem ser iguais, independente de seu sexo.

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Como disse, sexo frágil não foi preparado para dar a luz e ficar não sei quantas horas sofrendo em trabalho de parto e ainda conseguir sorrir ao ver o filho ao lado. Acha que isso é algo de mulherzinha? Claro que não! Será que os homens conseguiriam tal façanha? Claro que não!

Os homens não foram preparados para serem o principio da vida e da beleza como as mulheres foram. E as mulheres despertaram e hoje em dia, sabem muito bem como falar o que pensam, de fazerem o que desejam, fazer valer direitos e liberdade, contrariando toda uma história machista e sem fundamentos.

Na verdade, escrevendo isso, acho que os homens daquela época sabiam que eram inferiores à força feminina e, como era mais fácil ser controlado, fizeram o que puderam, mas a natureza forte não se cala para sempre e agora não termos somente um termo que define um movimento, mas mulheres que transformam esse termo em algo realmente verdadeiro!

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