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Para você que tem como sonho a carreira de desenvolvedor de jogos, saiba que ela é composta  de vários profissionais e que requer bom nível de conhecimento em várias áreas, em razão da multidisciplinaridade que envolve os jogos.

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Vale dizer que o Brasil é o maior consumidor de games na América Latina.

A carreira de desenvolvimento de Jogos é um setor que expande suas fronteiras independentemente das condições econômicas do país.

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De acordo com Guia da Carreira, o processo de desenvolvimento de jogos é aquele no qual um jogo, para computador, videogame ou celular é produzido.

É uma prática que pode ser realizada por um grupo de pessoas ou por uma empresa.

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O processo de desenvolvimento de games envolve diversas as profissões. Veja quais são as principais:

O profissional de designer de Games ou Projetista de Jogos, é aquele que, munido de criatividade e atento às tendências do mundo dos games, cria o conceito e projeta jogos. O ideal é que o profissional tenha afinidade com tecnologia, goste de programar e conheça profundamente o mundo dos jogos.

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É imperativo que o futuro profissional tenha uma bagagem extensa e referências sobre tecnologia.

Como ser um desenvolvedor de games?

Esse mercado requer que o profissional possua algumas qualidades, como, por exemplo:

  • seja capaz de se comunicar e trabalhar em equipe;
  • saiba reconhecer erros, ouvir colegas e lidar com sugestões e críticas;
  • tenha um bom conhecimento da TI e noções básicas de lógica de programação; e
  • saiba escolher boas ferramentas para  criar personagens, mapas e níveis.  A mais popular entre elas é a Unreal, pois é a mais simples de usar e possui excelentes ferramentas para desenvolver jogos de todos os tipos.

Há outras que também são usadas como a CryEngine, a Radiant, a Source e a Unreal Engine.

Como é composta uma equipe de design de games?

Esse campo possui vários segmentos, entre eles:

  • o produtor é o responsável pelos custos, viabilidade financeira e coordenação  para o desenvolvimento do projeto;
  • o artista-gráfico cuida das imagens que podem ser desenhadas de forma tradicional, ou seja, no papel para depois serem digitalizadas ou criadas de forma digital.
  • o designer é o responsável pela performance e interatividade dos controles do game, que devem ser intuitivos e funcionais para o jogador. O designer se ocupa também das normas de uso, das regras, de  cada uma das etapas, bem como das estruturas subjetivas do jogo;
  • o compositor e engenheiro de som trabalham a sonoplastia;
  • o programador elabora os códigos de linguagem que irão permitir o desenvolvimento dos jogos;
  • o técnico em 3D é o que irá manipular as imagens no modelo 3D, usando softwares gráficos. É o profissional que irá trabalhar em conjunto com os animadores gráficos, para que as imagens sejam reproduzidas de acordo com as ideias do projeto;
  • o roteirista é o profissional que cria, imagina, pensa e escreve a história;
  • o testador é aquele que irá testar, analisar e reportar erros de software, ou seja, trabalham como controlador de qualidade;
  • o jogador para testes  será aquele que  vai analisar a demo do jogo  e encontrar possíveis erros ou bugs nos títulos, antes do jogo ir para o mercado;
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Por fim, o desenvolvedor de games precisa ser o artista, um cara capaz de ter conhecimento e visão e habilidade para criar jogos para as mais variadas plataformas.

Como é a carreia de desenvolvimento de jogos no Japão?

Aos brasileiros que são apaixonados pela cultura japonesa, essa é a oportunidade para morar estudar e aprender tudo sobre essa cultura fabulosa.

É sabido que o Japão é o país  que tem fortemente marcado na sua cultura a criação de jogos eletrônico. Foi desse país que saíram os inesquecíveis clássicos, como o The Legend of Zelda, Super Mario, Pokémon, Metal Gear Solid, Final Fantasy.

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Esse é um dos motivos que levam  muitos brasileiros  a estudar e seguir a carreira de desenvolvedor de jogos no país.

O Japão é um grande consumidor de jogos digitais. Infelizmente o que chega ao brasil é uma pequena parcela do realmente é produzido no Japão.

Em razão de  ser um país oriental, com uma cultura tão diferente da do Brasil, há muitos jogos que são elaborados  com algumas peculiaridades próprias do Japão e que não atrairia os brasileiros.

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Nesse sentido, o estudante que quer seguir carreira de games no Japão, deverá se enquadrar, no mínimo, em duas situações: a primeira seria trabalhar em uma grande empresa. Isso porque, quanto maior a empresa, mais chance o estudante tem de produzir títulos internacionais.

Mas como em qualquer profissão, em qualquer lugar do mundo, é preciso passar por um longo processo de aprendizagem, trabalhar com várias equipe até possuir um nível de excelência e know how.

A segunda seria trabalhar em uma pequena empresa, mas com grandes perspectivas. A diferença está  na tranquilidade com o aprendizado e na aquisição de experiência.

A empresa pequena geralmente se direciona ao mercado interno e produz jogos realmente orientados a nichos de audiência asiáticos.

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Nesse tipo de empresa pode ocorrer que o profissional se depare com atividade bem voltadas para a cultura asiática, como, por exemplo, criar uma história, bem peculiar, bem centrada na cultura japonesa, como a que narra o encontro de um homem com uma garota ganguro.

Independente da escolha do estudante, é imprescindível que ele tenha conhecimento de que, como em qualquer profissão, a segurança, a estabilidade e o reconhecimento profissional, podem levar um bom tempo para ocorrer e, algumas vezes, não acontecer.

Algumas dicas para o desenvolvimento de jogos

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Com a finalidade de estudar e trabalhar no Japão, é preciso que o estudante conheça alguns critérios adotados pelo país. São eles:

  • Para quem quer trabalhar no Japão é preciso ter bom conhecimento sobre a língua, entendimentos dos hábitos e da cultura deste país. Além de  seguir alguns comportamentos básicos para uma boa convivência com o japonês, como ter  disciplina, respeito à hierarquia, aos mais velhos, não violar regras, ser pontual, assumir erros.
  • Para trabalhar no Japão é autorizado somente descendentes. No entanto, o governo japonês tem liberado vagas para estudantes e bolsas para trabalhadores extremamente qualificados. Entretanto, é necessário ter a fluência na língua e convite de uma empresa.
  • Para trabalhadores estrangeiros que sejam talentosos e que possuem habilidades avançadas e especializadas e que tenham qualificação  HSP ou HSFP
  • Para fazer um curso de graduação ou pós graduação há também algumas restrições, como solicitar permissão para a universidade e depois aplicar para uma licença especial.

Até o ano de 2020, o Japão está com a meta de possuir 300.000 estudantes estrangeiros residindo no país. Essa é uma boa notícia, principalmente, porque o Japão está com uma política de incentivo à vinda de estudantes de fora.

Por isso, é preciso que o estudante crie um bom planejamento financeiro, uma vez que a maioria das universidades exige o pagamento escolar antecipado.

Além disso, é necessário um valor em conta corrente ou poupança -cerca de 5.000,00 dólares – com a finalidade de cobrir custos com moradia, alimentação, transporte e custos de imigração.

Para tirar o visto de estudante é e morar no Japão como estudante,  é preciso se candidatar a estudar em uma universidade.

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E finalmente, o Japão é um dos países que fazem parte do programa do governo brasileiro Ciência Sem Fronteira e, com isso, existem bolsas de estudo para graduação sanduíche (intercâmbio), mestrado, doutorado e pós-doutorado.